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  • Grupo Código apresenta ‘Agbara’, ao vivo no YouTube


    O domingo terminou com a transmissão ao vivo, pelo YouTube, do FESTIVAL MIDRASH DE TEATRO e nesta sessão o público conferiu a peça Agbara.

    Com direção de Juliana França, texto de Carol França e Rita Diva, Agbara nasceu para falar sobre o empoderamento das mulheres de todo o Brasil, mas com um olhar especial para as mulheres da Baixada Fluminense.

    Agbara é um texto autoral com base nas pesquisas de Rita e Carol sobre o dia a dia das mulheres que sofrem preconceitos e esteriótipos, mas como sempre, sem perder o bom humor.

    A peça foi apresentada online direto do Espaço Cultural Código, que em 2021, está voltando com tudo, oferencendo novas produções e oficinas gratuitas para os moradores de Japeri e região.

    Após a apresentação, Rita, Carol e Juliana falaram sobre o processo de construção da peça e suas inspirações.

    REVEJA

    https://www.youtube.com/watch?v=oXkEDH4f6S4&feature=emb_title&ab_channel=MidrashCentroCultural

    FICHA TÉCNICA

    Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura apresentam FESTIVAL MIDRASH DE TEATRO

    TEATRO: AGBARA

    Texto: Carol França e Rita Diva

    Direção Juliana França

    Curadoria: Natasha Corbelino

    Com Carol França, Juliana França e Rita Diva

    31 de janeiro | domingo | 18h Duração 50 min. | Classificação Indicativa 16 anos

    Do ioruba, “Agbara” quer dizer potência.

    O espetáculo é uma coleção de cenas que retrata o cotidiano de mulheres possíveis que habitam as cidades do nosso país. “Agbara” é uma coleção de cenas e performances que retratam o cotidiano de mulheres possíveis que habitam as cidades do nosso país. Com base em experiências pessoais e atravessadas por histórias que impactam suas realidades, as atrizes lançam mão de diversas linguagens teatrais para falar de suas inquietações em um momento crucial da história brasileira, trazendo relatos que envolvem o machismo, o racismo e o debate sobre a estrutura patriarcal da sociedade. “Agbara” fala da potência do ser feminino e da necessidade do olhar fraterno como caminho para a evolução.